Sempre.

Em todo momento eu penso...Nas horas vagas eu escrevo.


Sempre distante
Me embriago na saudade
De lembranças súbitas
constantes, sentidas, eternas.

Um desejo eloqüente
Costumaz.
Um apego tórrido
E pouco capaz.

Um grito contido
Uma necessidade fútil
Um caminho ligeiro
Sem abrigo.

Mas eu sinto.
Eu tenho sentido.
Eu só sei sentir
Sou meio bandido.

Refém de mim mesmo
Das grades que me dei
A você, de mim, nada cabe
Nada vale, nada volta
Tudo cala, tudo morre.

Preciso tanto deixar o que foi
Despedir-me do que ficou
Chorar quantas vezes for
E partir.

Sei que tudo isso é meu
Queria tanto saber
Se o que é seu
É parte de mim.

E eu sou frágil
E você é silêncio
Num quase naufrágio
É por você que ainda sigo vivendo.

Franco Bianchi

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